Confira o que abre e fecha em 1º de maio, Dia do Trabalho

Na sexta-feira, 1º de maio, é celebrado o Dia do Trabalho, e não haverá atendimento nas repartições públicas municipais, incluindo as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e o Ganha Tempo. O retorno das atividades ocorrerá na segunda-feira, 4 de maio. O Centro de Diagnósticos, no Jardim Tupanci, e o Centro de Especialidades Luiz Maria Barletta, na região central, também permanecerão fechados.

Serviços ininterruptos

Por outro lado, os serviços essenciais funcionarão normalmente durante todo o período. Os prontos-socorros municipais seguirão com atendimento 24 horas, assim como a Farmácia Municipal.

As equipes da Secretaria de Segurança Urbana e Defesa Social (SSDUS) — responsáveis pela Guarda Civil Municipal (GCM) e pela Defesa Civil —, manterão suas atividades. A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semurb) também estará em ação.

Saiba mais

Parques abertos para lazer

Os parques municipais estarão abertos no feriado:

  • O Parque Municipal Dom José, na Vila Porto, funciona das 6h às 20h (aos domingos e feriados) e das 6h às 22h aos sábados;
  • O Parque Ecológico do Tietê, em Alphaville, abre das 7h às 17h;
  • O Parque Recreativo Taddeo Almeida Cananéia da Silva, no Parque Imperial, funciona todos os dias, inclusive no feriado, das 6h às 18h;
  • O Parque da Juventude, localizado na Avenida Antônio Furlan, Chácaras Marco, fica aberto todos os dias, das 6h às 18h.

Atendimento animal

O Centro de Proteção ao Animal Doméstico (Cepad) manterá o atendimento normalmente nos dois dias. O serviço de adoção de animais ocorre diariamente, inclusive aos finais de semana e feriados, das 9h às 16h, no Cepad I, localizado na Rua Vera Cruz, 340, no Bairro dos Altos.

Sobre 1º de maio

O Dia do Trabalho, celebrado em 1º de maio, é uma data de reconhecimento dos trabalhadores e trabalhadoras na construção da sociedade. Comemorado no Brasil e em diversos países, o dia também convida à reflexão sobre direitos, condições de trabalho e valorização profissional.

A origem da data está ligada às mobilizações operárias do século XIX, especialmente nos Estados Unidos. Em Chicago, trabalhadores organizaram protestos reivindicando a redução da jornada para oito horas diárias — uma demanda que se tornaria um marco histórico na luta por melhores condições de trabalho em todo o mundo.

Da redação
Crédito da foto: Benjamim Sepulvida/Secom Barueri

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