Leandro Lima saía do culto na Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro.
Na esquina, uma carrocinha de cachorro quente.
Ali, entre o louvor e o lanche, nasceu uma ideia.
E se existisse um fast food feito para o público evangélico?
Não apenas um restaurante que evitasse o que contrariava a fé.
Um restaurante que abraçasse a fé como identidade de marca.
A ideia ficou na cabeça por anos.
Virou projeto.
Depois, virou negócio.
O Cachorro Crente abriu as portas na Rua Quito, 315, na Penha, estrategicamente instalado na esquina da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, uma das maiores igrejas evangélicas do Rio de Janeiro.
O versículo que orienta a empresa está estampado na embalagem e na proposta do negócio: 1 Coríntios 10:31, que diz que tudo deve ser feito para a glória de Deus, inclusive comer e beber.
O cardápio vai do cachorro quente de cupim ao de costela, do napolitano ao de pepperoni com massa de pizza.
A trilha sonora é exclusivamente de louvores, em um sistema de som de alta qualidade.
Os frequentadores chamam a experiência de espiritual gastronômica.
O restaurante já nasceu como fenômeno digital.
Influenciadores e moradores compartilharam o conceito antes mesmo da inauguração oficial.
A loja também oferece o modelo para franquias e para igrejas que queiram levar a marca para eventos.
O mercado evangélico brasileiro movimenta centenas de bilhões de reais por ano.
Roupa, música, turismo, educação, alimentação.
Um público de mais de 30% da população que, cada vez mais, consome dentro de ecossistemas alinhados aos seus valores.
O Cachorro Crente não inventou o cachorro quente.
Inventou um posicionamento que ninguém havia ocupado.
E às vezes isso é o suficiente para virar negócio.
Fontes: Diário do Rio — iFood — eFinancialCareers
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