A presença de wind banners e bandeiras de propaganda eleitoral nas ruas chamou atenção por um motivo inusitado: as hastes utilizadas para sustentar algumas dessas estruturas podem ser feitas de alumínio, material com valor no mercado de reciclagem.
Com isso, equipamentos deixados em locais públicos passaram a ser recolhidos ou furt4dos, segundo relatos sobre o fenômeno. Em alguns casos, ficaram apenas os tecidos das propagandas e as bases no local.
O des4parecim3nto das estruturas teria causado prejuízos a equipes de campanha e levantado inicialmente suspeitas de vandalismo ou sabotagem. A hipótese apontada, porém, é de que o interesse estaria relacionado ao valor da sucata de alumínio.
O episódio também chama atenção para as regras da propaganda eleitoral nas ruas. O TSE permite bandeiras móveis em vias públicas, desde que não atrapalhem a circulação de pessoas e veículos e sejam retiradas até as 22h.
O próprio TSE já analisou casos envolvendo wind banners, inclusive situações em que estruturas de grandes dimensões foram consideradas visualmente semelhantes a outdoors.
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