A Câmara Municipal de Ilha Comprida, no litoral paulista, cassou o mandato da prefeita Maristela Cardona (Republicanos) após investigação da Comissão de Investigação e Processante (CIP). A decisão ocorrida na última sexta-feira (15/5) foi aprovada por 7 votos favoráveis e 2 contrários.
O vice-prefeito Rogério Lopes Rebitti (PP) assumiu o cargo no mesmo dia. De acordo com a Câmara, a prefeita é acusada de fazer pagamento de R$ 139 mil a um serviço de tapa-buracos que não teria sido executado.
Outras duas denúncias foram apuradas pelo legislativo municipal: o empréstimo de uma motoniveladora a uma empresa de extração mineral sem a devida autorização legal e gastos irregulares e sem previsão orçamentária para um evento intitulado “Ilha Verão 2026”.
No discurso de posse, o novo prefeito afirmou que a cidade “vem sangrando há algum tempo”. O mandato vai até o final de 2028.
Nas redes sociais, a ex-prefeita lamentou a decisão. “Hoje o coração sente o peso deste momento, mas permanece firme. Nem todos torcem por nós, e sempre tive consciência de que ocupar um espaço de transformação também desperta oposição. Faz parte da vida pública”, escreveu.
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