Um estudo apresentado na reunião da AAOS de 2026 analisou mais de 73 mil usuários desses remédios e encontrou um risco maior de osteoporose em comparação com pessoas que não usavam GLP-1. Em 5 anos, a osteoporose apareceu em 4,1% dos usuários contra 3,2% no grupo de comparação. É um aumento relevante, mas não um sinal de catástrofe automática.
A preocupação faz sentido porque a perda de peso rápida pode vir acompanhada de perda de massa muscular. E músculos não servem só para estética: eles ajudam a “puxar” os ossos, mantendo estímulos importantes para a densidade óssea.
Também entra na conta a redução forte do apetite, que pode diminuir a ingestão de proteína, cálcio e vitamina D.
A orientação mais sensata continua sendo acompanhamento médico, treino de força, alimentação adequada e exames quando houver indicação.
Matéria e imagem: Mistérios do Mundo








